Anuário Antropológico | Land Portal
Anuario Antropologico
Acronym: 
Anuário Antropológico
Focal point: 
Brasilia
Phone number: 
Fone: (61) 3107-7299

Ubicación

Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – PPGAS
Universidade de Brasília
Brasilia
Brasil
BR
Working languages: 
portugués

Anuário Antropológico é uma revista semestral do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília (PPGAS/UnB). Publica artigos originais, ensaios bibliográficos, resenhas, críticas e outros textos de natureza acadêmica que apresentem pesquisas empíricas de qualidade, diálogos teóricos relevantes e perspectivas analíticas diversas. A Revista publica textos em português, inglês, espanhol ou francês.Os artigos selecionados pela comissão editorial são submetidos a pareceristas externos em regime de anonimato.

Anuário Antropológico Resources

Mostrando 1 - 4 de 4
Anuario Antropologico
Artículos de revistas y libros
Enero 2020
América Latina y el Caribe
América del Sur
Brasil

No contexto de aumento de propostas de sistemas de pagamentos por serviços ambientais e também de reconhecimento crescente da contribuição dos povos tradicionais para a sociobiodiversidade e o combate às mudanças climáticas, esse artigo apresenta um processo em curso de identificação das contribuições socioambientais de povos tradicionais da Terra do Meio.

Anuario Antropologico
Artículos de revistas y libros
Enero 2020
América Latina y el Caribe
América del Sur
Brasil

Este artigo apresenta uma análise etnográfica acerca das políticas do habitar entre o povo Wapichana segundo modos específicos de relações com lugares. Em seguida aborda como essas formas próprias de habitar entraram em relação com a agenda de gestão territorial e ambiental de terras indígenas no Brasil por meio da elaboração de um Plano de Gestão Territorial e Ambiental – PGTA.

Anuario Antropologico
Artículos de revistas y libros
Enero 2015
África
África subsahariana
Santo Tomé y Príncipe

A independência de São Tomé e Príncipe, em 1975, foi um projeto de um grupo muito restrito de exilados. O arquipélago tornou-se independente sob a liderança do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP) e Pinto da Costa. Apesar de alguns militantes viverem no Gabão e não serem socialistas, o MLSTP, apoiado pelo Movimento Popular de Libertação de Angola, tornou-se socialista.

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