Representante da ONU avalia impacto da crise climática e destaca necessidade de ações antecipadas em Moçambique | Land Portal

Foto: CIF Action/Flickr (CC BY-NC 2.0)

Secretária-geral adjunta para Assuntos Humanitários da ONU, Joyce Msuya, visita país como parte de sua agenda no continente africano; ela homenageou heróis locais e reconheceu esforços na região norte; visita busca avaliar impacto da crise climática e destacar a importância de ações preventivas contra desastres climáticos, especialmente em um continente onde 27 dos 40 países mais vulneráveis às mudanças climáticas estão localizados.

A secretária-geral adjunta para Assuntos Humanitários, Joyce Msuya, está em Moçambique para avaliar o impacto da crise climática e os progressos alcançados pelo país. 

Moçambique é o primeiro país da agenda durante visita ao continente africano. Ela ainda deve visitar Botswana, Quênia e Tanzânia, onde busca destacar a necessidade de ações antecipadas contra crises resultantes do clima. 

Consequências da mudança climática

Na tarde chuvosa deste domingo, ela fez uma homenagem aos heróis moçambicanos que repousam na cripta da Praça dos Heróis, em Maputo. 

Na capital, a secretária-geral e coordenadora adjunta do Escritório da ONU para Assuntos Humanitários agradeceu e reconheceu os esforços do governo de moçambicano, parceiros humanitários e a população pelo trabalho árduo, em particular na região norte do país.

Joyce Msuya está em Moçambique num momento em que as catástrofes mais frequentes e intensas aumentam ainda mais as necessidades humanitárias no continente africano.  Assim, outro objetivo da passagem da representante da ONU pelo país é buscar a experiência de Moçambique em lidar com as consequências das mudanças climáticas.

Homenagem aos heróis moçambicanos

Segundo ela, sua visita ao país é a concretização de um sonho. Joyce Msuya nasceu na Tanzânia e durante sua infância estudou na região onde o primeiro presidente de Moçambique independente, Samora Moisés Machel, vivia.

Durante a estadia em Moçambique, Joyce Msuya terá encontros com representantes do governo, membros do setor privado e de instituições financeiras, bem como com pessoas afetadas por eventos climáticos extremos.

Em nota de imprensa, o Ocha aponta que a África possui 27 dos 40 países mais vulneráveis às mudanças climáticas, mas o continente recebe apenas uma fração do financiamento destinado a ajudar as comunidades vulneráveis na adaptação. 

*De Maputo para ONU News, Ouri Pota 

 

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